O modelo de gestão deste grande banco de dados biológicos é descentralizado e adota um modelo composto por parcerias entre instituições sob a forma de Núcleos Executores (NE’s) e Núcleos Regionais (NR’s). Cabe aos núcleos executores coordenar as atividades de pesquisa, capacitação e gerenciamento da informação de cada rede e aos núcleos regionais o desenvolvimento das pesquisas locais e manutenção das suas coleções, realizando as ações definidas em conjunto com os núcleos executores, utilizando o potencial científico já instalado em unidades do interior da Amazônia e incrementando a possibilidade de capacitação das populações regionais e povos tradicionais locais.

Na Amazônia, a rede PPBio possui o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), em Manaus, e o Museu Paraense Emilio Goeldi (MPEG), em Bélem, atuando como Núcleos Executores e detentores das coleções botânicas e zoológicas maiores e mais significativas em termos de abrangência e representatividade de organismos amazônicos. Porém, diversas outras instituições da região também mantêm coleções importantes, regional ou localmente. Os NE’s trabalham de forma associada a mais de 20 instituições de pesquisa, consideradas como núcleos regionais, e distribuídas nos Estados do Amazonas, Roraima, Rondônia, Amapá, Acre e Mato Grosso muito embora outras instituições sediadas em outros estados ou países guardem um grande volume de amostras e informações sobre a biota amazônica.
 
Foto: Célio Magalhães

Redes integradas interinstitucionais